Raí, Hernanes, Pita, Souza e Danilo falam sobre a importância da camisa no Tricolor
Uma longa negociação, diversas ligações para a Ucrânia, 4 milhões de euros investidos, além de 30% dos direitos de Wellington. Mas a esperança do clube e torcida do São Paulo no futebol de Jadson não se resume a esses fatores.
“Precisamos de um camisa 10” ou “O elenco está completo, só falta aquele meia armador clássico”. Nos últimos anos, essas frases foram ouvidas da boca de treinadores, diretoria e torcedores do Tricolor. Rivaldo, com uma Copa e o prêmio de melhor do mundo no currículo, foi a última tentativa. Em vão.
Com um time muito abaixo das expectativas em 2011, o clube foi em busca de alguém que viesse para chegar e jogar. Alguém que não sentisse o peso da camisa do São Paulo.
O escolhido foi Jadson.
A apresentação do meia mostra que a aposta nele é diferente dos outros seis reforços contratados para esta temporada. Transmissão ao vivo pela internet, lançamento dos novos uniformes do clube e Raí. Um dos maiores ídolos da história recente são-paulina entregou-lhe a camisa com a qual conquistou duas Copas Libertadores e um Mundial. A camisa 10.
Jadson teve duas semanas para treinar fisicamente, se adaptar ao clube e conhecer os companheiros. Tempo que, para ele, pareceu uma eternidade. Neste domingo, contra a Ponte Preta, em Campinas, será a primeira vez que entrará em campo e terá que começar a provar que toda esperança e investimento depositados nele não são à toa.
Sobre usar o número mais tradicional e respeitado no futebol, ele não se assusta e mantém a serenidade:
– Cada um na equipe tem sua responsabilidade. Vou entrar para ajudar. Se continuar todo mundo unido, as coisas vão dar certo e vamos somar vitórias em campo.

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