Saudações Soberanas,
Criticas e mais criticas, banco de reservas e em uma ocasião, nem se quer viajou com o time. Essa foi a vida de Jadson no campeonato Paulista desse ano e no começo da Copa do Brasil, mais ai todos esperam a adaptação do meia e com a confiança do técnico, time e principalmente torcida, excluindo apenas alguns torcedores modinhas que tem por ai, foi com apoio e força de vontade dele que agora podemos chamar de CAMISA 10. Foi um tempo meia de impaciência da torcida e até mesmo de membros internos do clube, mais ai feio a pressão de ser um cara que custou muita grana e teve um investimento bom, sendo mesmo pra um camisa 10.
Podemos ver agora em uma um maestro ali organizando as jogadas e sempre que indo ao gol, vai com perigo, até agora são 21 jogos, com 4 gols e fora as assistências que o meia deu somando o campeonato paulista e a copa do Brasil. Não estou escrevendo aqui por esta satisfeito, pois espero ainda mais e mais dedicação, vontade, raça...Espero um camisa 10 que realmente faça a diferença em decisões e não sinta a pressão de uma Final, que seja realmente, pelo resto do Brasileirão, um jogador espelhado nos últimos jogos.
Ainda falta, mais, podemos ver ainda mais dele, e com mais um tempo vai aparecer mais o Jadson. Que faça a diferença ali no meio junto com Lucas, Casemiro, Luís Fabiano...Esse ataque se firmar bem no Brasileirão, que ainda está na segunda rodada, mais podemos ver que é um campeonato totalmente diferente dos outros. Vamos agora torcer pela Copa do Brasil, que falta 4 jogos pra ser Campeão, e garantir nossa sonhada vaga na Libertadores e vamos ver o que vai dar com essa janela de logo mais, se o Juvenal cumpre mesmo com o mandato de deixar o Leão no cargo ate mesmo com uma eliminação na Copa do Brasil e torcer pelo nosso Tricolor, apoiar que fazemos a diferença em campo também e como diz o Fabuloso, " A torcida é o 12º jogador " e vamos levantar esse caneco ai com um Jadson e mais jogadores inspirados em SÃO PAULO FC.
Veja um bate-bola com o Jadson, feito peloGLOBOESPORTE.COM:
Finalmente as coisas estão saindo como você esperava?
Sem dúvida nenhuma. O começo é sempre complicado e, quando as coisas não acontecem como o torcedor e as pessoas que acreditam em você esperavam, isso te deixa chateado e te obriga a reagir. Faz cinco meses que estou aqui e acredito que nos meu três ou quatro últimos jogos tive boa atuação. Quando você começa a ganhar confiança, tudo vai junto. Mas não posso achar que está muito bom, tem muita coisa bacana ainda para acontecer.
O que mais te atrapalhou na volta ao futebol brasileiro?
Muita coisa. Lá na Ucrânia, por exemplo, são oito meses de inverno e quatro de verão. Aqui é um país tropical, quando faz frio, a temperatura chega a dez graus. Lá em Donestk fazia -15ºC. Lá se treina tanto físico quanto aqui, só que é sempre pauleira, não existe essa de poupar atleta ou dosar ritmo, não tem como você reclamar de dor muscular. Muda o estilo de jogo, o futebol brasileiro é bem mais pegado, agora finalmente já estou acostumado.
Após tanto tempo na Europa, como você encarou a mudança para o futebol brasileiro?
Estou com 28 anos e defendia o Shakthar há sete temporadas. Nesse período, ganhamos muitos títulos, inclusive uma Copa da Uefa, conquista inédita no clube. Já estava difícil par mim, estava acomodado, precisava de um novo desafio na carreira. Todo dia era a mesma rotina. Quando começaram as conversas com o São Paulo, em dezembro do ano passado, vi que era uma grande chance para mim. Aqui é um novo desafio e você precisa correr atrás das coisas todos os dias.
Quem observa os seus jogos, percebe que você cresceu a partir do momento em que mudou seu posicionamento em campo. Antes você jogava pela esquerda e agora você atua centralizado. Concorda?
Sem dúvida, isso ajudou bastante. Só tenho a agradecer ao Leão por isso. Desde o primeiro dia, temos ótimo diálogo e conversamos sempre. Um dia, ele veio a mim e perguntou o que poderia fazer para que eu pudesse melhorar. Falei que estava acostumado a atuar mais centralizado. Ele fez a mudança e só pediu que eu me movimentasse bastante para fugir da marcação. O meu futebol cresceu, o da equipe também. Agora é procurar me encaixar cada vez mais.
Como é a sua relação com o Leão?
A melhor possível. É claro que eu já o conhecia de falar, mas trabalhando no dia a dia é a primeira vez. Ele cobra bastante, mas dá espaço para o jogador falar também. Sem dúvida, tem importância no meu crescimento.
Mas e essa história de “matar um Leão por dia”?
Cara foi uma expressão que todo mundo fala. Mas ele encarou na boa, tanto que na última coletiva disse que precisaria matar um Jadson por dia. O que importa é que a harmonia domina o ambiente do São Paulo. Coisas que são faladas fora não entram no time. O Leão tem o grupo nas mãos, e isso é o primeiro passo para um time que quer ser campeão.
E a parceria com o Luís Fabiano?
Ele dispensa apresentação. É um cara fora de série dentro e fora de campo. Na área, sabe chamar o jogo, dá espaço para você enfiar uma bola. Temos tudo para dar certo.
Saudações Tricolores...

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