Zagueiro de origem, ele se firmou como titular na equipe do técnico Ney Franco atuando improvisado pelo lado direito. Se o clube não contratar ninguém para o setor, é possível prever que o substituto será o antigo dono da posição, o lateral de ofício Douglas.
Paulo Miranda foi expulso pelo árbitro Enrique Osses no intervalo da partida contra o Tigre. A confusão teve início quando o meia-atacante Lucas mostrou a Orban o curativo ensanguentado que usava após sua cotovelada. Jogadores dois times começaram a trocar agressões.
Sem deixar por menos, o camisa 13 tricolor encarou os argentinos e levou a mão ao rosto, como se pedisse para que tentassem acertar sua cara. Um deles veio correndo de longe e lhe deu um tranco na escadaria que leva ao vestiário mandante.
"Na saída do intervalo, um jogador do time deles (Díaz) veio tentando me agredir. Acabei tentando sair, mas o árbitro entendeu de forma diferente. Ele estava bastante alterado, querendo briga, tentei descer para o vestiário, e ele me deu um chute. O juiz viu e expulsou nós dois", disse o são-paulino.
Apesar da expulsão, que acabou não comprometendo a vitória por 2 a 0 porque o Tigre se recusou a voltar para o segundo tempo, Paulo Miranda só pensava em comemorar o título da Sul-americana. No começo da temporada, o beque foi muito criticado e chegou a ser proibido pela diretoria de atuar após falhar na eliminação do Campeonato Paulista.
"Eu me sinto muito realizado. O ano foi difícil para mim, mas eu mantive a cabeça no lugar. Tenho família, filho, para me dar força. Na desconfiança de alguns, mantive meu foco, procurei agarrar a oportunidade e estou feliz com essa conquista", concluiu.
ig

.png)


.jpg)