O São Paulo ganhou de 5 a 0 do Bolívar no primeiro jogo da pré-Libertadores e, mesmo assim, todos queriam saber da situação de Paulo Henrique Ganso. Após ter sido comprado por R$ 24 milhões, o meia passou a ser um apressão extra em cima do técnico Ney Franco. Para responder às diversas questões sobre o tema, o comandante pediu: “Vamos falar do Jadson, o melhor em campo hoje (quarta-feira)”.
Com participação em três dos cinco gols, o camisa 10 acaba sendo sempre o primeiro nome na lista de pedidos de torcedores, jornalistas e especialistas em tática.
“Nem adianta todas as vezes em véspera a gente ficar discutindo a questão de Ganso e Jadson. Algumas vezes, dá para eles jogarem juntos, como foi na estreia, outras vezes não. A escolha do Jadson aconteceu para manter a sequência do ano passado, que já estávamos num ritmo bom. Estamos com um elenco muito bom”, disse Ney Franco.
“O torcedor pode não entender, mas eu não posso sair dessa entrevista sem falar do Jadson. Para mim, ele foi o melhor jogador em campo. E eu acho que o torcedor tem de prestar mais atenção no Jadson. Eu não posso forçar nada, mas estamos falando de um jogador de nível de seleção brasileira, que tem bagagem internacional e parece que a gente está falando de um jogador qualquer. Eu queria dar essa entrevista para falar das coisas boas”, completou.
Com a vitória praticamente garantida, a torcida passou a pedir por Ganso durante o jogo. O pedido foi quase que prontamente atendido pelo comandante, que logo o colocou no lugar do camisa 10. Esse pedido, no entanto, não pode é considerado uma injustiça com Jadson.
“Não estou falando que o Jadson é injustiçado pela torcida. Estou só falando que depois de um jogo, de um ótimo jogo de um camisa 10, é o momento de falarmos disso”, finalizou.
Neste sábado, diante do Atlético Sorocaba, Ney Franco pode optar por poupar alguns jogadores. Ganso pode ser a primeira opção em um time misto.
UOL

.png)


