19 de janeiro de 2013

Técnico do São Paulo elogia Cañete e admite que Jadson subiu de produção com saída de Ganso


Ney Franco iniciou 2013 com o desafio de substituir Lucas sem conseguir ter contratado ninguém para a posição. Na vitória deste sábado, por 2 a 0 diante do Mirassol, o treinador testou Jadson e também Cañete. O argentino recebeu mais elogios do que o meia, que ouviu comentários positivos do comandante após ter sido centralizado, quando Paulo Henrique Ganso saiu.

A mudança aconteceu no segundo tempo, quando Ganso e Luís Fabiano saíram para as entradas de Cañete e Aloísio. O argentino passou a jogar aberto pela direita, enquanto que Jadson voltou a atuar como camisa 10 clássico, centralizado.

"O Jadson, não só pelo gol, mas quando jogou centralizado ele foi melhor. O rendimento dele foi melhor quando jogou no meio", disse Ney.

Para que o argentino renda tudo o que pode, o técnico ainda pede um pouco de tempo para que ele consiga atingir seu ápice físico, especialmente após o difícil ano de 2012, quando ele pouco atuou por causa de lesões.

"Vamos dar tempo para ele, porque ficou muito tempo parado. Ele ainda está um pouco sem força muscular. É dessa forma que, em alguns jogos, um pedaço de tempo, um jogador consegue condição física e confiança para jogar. Ele está se desenhando uma boa opção para o lado. Quando cheguei, me passaram que ele jogaria como meia, mas vejo ele atuando mais como um atacante", explicou.

O São Paulo tem folga neste domingo e volta a se apresentar na segunda-feira, em Cotia. O time passa a se preparar para o jogo contra o Bolívar, na quarta-feira, pela pré-Libertadores. Apesar dos elogios, Cañete deve seguir no banco de reservas.

Uol

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