Já era esperado! Em 2012, São-paulinos tristes e cabisbaixos vendo o rival Corinthians sendo campeão da taça Libertadores, da qual já somos tricampeão em apenas 77 anos de história. Foi duro de aguentar, mais aguentamos e então que surge a Copa Sul-americana, competição que possibilitava o Tricolor a enfrentar o rival Corinthians na Recopa, pois o campeão da Libertadores e Sul-Americana se enfrentam no ano seguinte.
Vencemos a Sul-Americana, mesmo empatando dois jogos em casa mais avançando por ter feito gols no empate fora de casa. Nação Tricolor motivada, pois nunca um Majestoso foi decisão de título internacional na história, e títulos internacionais somos os maiores vencedores, mais essa era vencedora ficou para trás, depois que o homem que diz "O Meu São Paulo" se perdeu no cargo.
Primeiro jogo no Morumbi. Time dirigido pelo então técnico Ney Franco, que em 7 meses não conseguiu sequer dar padrão ao time Tricolor. Resultado negativo, derrota para o rival por 2x1 e crise avançada. Então que surge a ideia genial, vamos demitir o Ney e trazer o Paulo Autuori, pronto, vamos vencer a Recopa e só alegria! Tudo ao contrário. Paulo Autuori entrou em uma bomba e resultado? Segundo jogo no Pacaembu, derrota por 2x0 com direito a Olé do adversário e crise avançada.
Nosso São Paulo Futebol Clube passa, sem sombra de dúvidas, por uma de suas maiores crises da história. É o trágico fim da era Juvenal Juvêncio, que tem ainda 9 meses pela frente. Diretor de futebol corre Porsche enquanto o time esta passando por decisões de Libertadores, Vice-Presidente de futebol que sempre acaba com as esperanças da torcida, indo a mídia apenas para negar possíveis reforços, Vice-Presidente que veta a volta de um treinador campeão e competente. Adalberto Baptista, João Paulo de Jesus Lopes e Leco. Diretoria amadora.
Infelizmente chegamos a esse ponto, sendo motivo de chacotas, no Morumbi eramos Temido, hoje somos batidos facilmente por ter jogadores amadores que sequer sabe o que representa vestir essa camisa, sequer dão o máximo de si para sair vencedor dentro de campo. Não fazem por merecer um título, não colocam o pé em uma dividida pensando em se machucar e não poder servir a CBF por exemplo. O que mais tranquiliza é que não falta tanto para essa diretoria omissa e amadora abandonar nosso São Paulo, chegar uma diretoria competente e que faça com que os jogadores saibam o que representa essa camisa, e assim vamos caminhando, nesse trágico fim da era Juvenal Juvêncio.
QUERO NOSSO SÃO PAULO DE VOLTA!

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