
A excursão internacional poderia ter sido muito melhor. Ao menos, voltamos com uma taça (mesmo que não oficial) e com uma experiência a mais. Assim como aconteceu na Copa Sul-Americana, durante a difícil viagem para o Equador, talvez esta jornada faça o time se unir.
Por ora, nossa meta é permanecer na Série A. Dependendo da campanha nacional (isto é, se estivermos em uma posição confortável na tabela do Brasileiro), nos vemos como um dos favoritos ao título sul-americano. Mas isso só o tempo dirá – e falta muito.
Ao que parece, vamos com o que temos. Nossa direção medonha não tem capacidade de sequer trazer alguém para ao menos fazer alguma diferença no elenco – isso porque não precisamos mais de “peças de reposição” ou de “apostas”, mas de alguém que chegue e jogue.
Se o time já derrubou Franco e Batista, agora é para jogar para valer. Vejo como o jogo de amanhã como “vencer ou vencer”. É exaustivo criar expectativas em um jogo, e depois vê-las esvaecer.
Acredito, conforme já disse, que houve evolução. Pelos jogos que vi, com o time titular em campo, criei muitas esperanças. E até agora as mantenho.
Não compartilho desta opinião, mas compreendo a ausência da força máxima durante a excursão. Ficou nítido – supostamente – que a equipe está totalmente voltada para o Brasileiro, e que tem consciência da situação. Isso é o mais importante. Esta consciência já é o primeiro passo.
Vejamos amanhã. Com a vitória, tudo poderá se encaminhar para dias melhores. Já vimos do previsível ao impensável no Campeonato Brasileiro; de times que fizeram uma arrancada magnífica até aqueles que se salvaram na última rodada. Ou seja, é cedo para dizer. Será um teste de seriedade e de competência. Por isso, o considero como prova de fogo. Explico: penso que se sairmos do terrível Z4, não voltaremos mais – e se isso acontecer, será extrema incompetência de todos.
Mas com uma eventual derrota, já digo sem medo “que fechem as portas”. Aprendi a não me desesperar ou não me animar por antecedência. Mas impossível conter a ansiedade. Creio, ainda, em um segundo semestre melhor. Entretanto o jogo de amanhã poderá ser um vislumbre do que será de nós. Prefiro unir o apoio (do que o time está precisando acima de tudo) aos “puxões de orelha”.
Portanto, é só esperar... E repito: que venham dias melhores.
10 de agosto de 2013
Prova de Fogo

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