Finalmente!
Nada como vitórias e, além disso, para o momento, sair da escabrosa parte da
tabela em que estávamos!
O
alívio ainda não é 100%, e só será pleno quando a distância estiver com dois
dígitos. Mas estamos no caminho certo. E assim tudo tende a melhorar cada vez
mais.
Vejo
uma parte da imprensa criticando a euforia da torcida são-paulina. Ora, a
ocasião pediu isso! Quando a fase é ruim, para se consertar um time, em tese, é
1) diminuir o número de gols sofridos, 2) fazendo com que a vitória venha mais
facilmente. Com esta fórmula, o emocional dos jogadores se equilibra. E tudo
fica mais leve. Nestas horas, não nos importamos se o time dá espetáculo. Queremos,
sim, é ver seriedade, entrega e raça em campo – e conseqüentemente, pontuação
crescente.
Não
estamos vivendo um sonho e menos ainda na posição a qual somos acostumados.
Porém, não existe topo eterno. O maior dos clubes passa por situações
semelhantes – e até pior. Como se diz, “acontece com as melhores famílias”. Agora,
é torcer para que aquele inferno se torne um passado distante de fato. Não há
como não se animar com esta verdadeira evolução e não sonhar com dias melhores.
Motivos:
três vitórias consecutivas, redes invictas há três jogos, time correndo com
facas nos dentes, a volta de um ídolo cujo nome ecoava nas arquibancadas havia
meses. Temos consciência das limitações, mas temos o direito de vibrar.
A
preocupação não está zerada. Ainda precisamos melhorar. E para tal, precisamos apoiar
o São Paulo cada vez com mais força. A torcida merece todos os parabéns: está
mais presente (de qualquer forma) que muitos que estão em posições melhores.
A Copa
Sul-Americana “veio” no momento certo. Não será
impossível de a competição salvar novamente nosso ano. Este é mais um
momento ideal para abraçarmos este time.

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